“Ponta Porã será modelo de gestão na saúde”, afirma prefeito Hélio Peluffo
Fecha: 03-03-2017 15:27:35 | Visitas: 2848
PONTA PORÃ: O prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo, declarou que o modelo de gestão implantado no Hospital Regional Dr. José de Simone Neto, deverá se constituir num modelo para todo o Mato Grosso do Sul.

Hélio participou da inauguração das melhorias introduzidas naquela unidade hospitalar. Nesta sexta-feira pela manhã, o governador Reinaldo Azambuja esteve em Ponta Porã para inaugurar dez leitos de UTI – Unidade de Terapia Intensiva, um dos mais importantes investimentos no setor da saúde na história do município.

            Hoje o Hospital Regional é gerenciado por uma Organização Social, o Instituto Gerir. Um dos reflexos disso é a modernização na gestão, tornando-a mais dinâmica. “Quero agradecer e parabenizar o governador Reinaldo Azambuja pela coragem em investir no nosso hospital. Sinto-me honrado em assistir o Governo do Estado enfrentar o problema da saúde com coragem, inteligência e capacidade. Quem ganha com isso é o cidadão. Cuidar das pessoas é mais importante que tudo e hoje Ponta Porã entra numa nova fase. De nossa parte queremos manter a parceria com o governador para que possamos avançar ainda mais neste e nos demais setores”.

            O governador Reinaldo Azambuja esteve na cidade para inaugurar os dez leitos de UTI e também a reforma da Escola Estadual Lions Clube.  Segundo ele, os investimentos no hospital e na Caravana da Saúde, iniciativa que beneficiou milhares de pessoas que sofriam com a falta de condições para passarem por cirurgias simples, representam o início da reestruturação da saúde em Mato Grosso do Sul. “Nosso foco é promover os investimentos nas micro regiões. São 11 em todo estado. Ponta Porã recebe o que já implantamos em outras regiões transformando esta cidade num centro que faz atendimentos de média e alta complexidade na saúde”, frisou o governador.

            Segundo ele, os primeiros resultados são animadores no Hospital Regional de Ponta Porã: “antes de introduzirmos este novo modelo de gestão gastávamos R$ 2,3 milhões no custeio deste hospital. Agora o valor caiu para R$ 1,9 milhões e os atendimentos aumentaram em 26%. É a clara demonstração de que é possível fazer mais, com menos recursos financeiros. Isso é extraordinário, no momento em que o país atravessa a pior crise da era republicana”.



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